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Por Cida Pessoa

O amor é muito mais que esse sentimento colorido.

O tema parece confuso, mas confesso que ele me atrai. Talvez porque quando eu era criança sonhava em ser uma princesa e ainda hoje me pego com alguns vestígios da minha síndrome de princesa encantada.

As mulheres sonham em ser princesas sim, para isso basta observar as festas de casamento; a valsa; o dia de noiva; o vestido, claro como ia esquecer do principal: o vestido. Mas e o noivo?! Como todo bom príncipe deve ficar lindo, sorridente esperando no altar pelo momento do beijo que irá quebrar todo e qualquer encanto de infelicidade. Por favor não pensem que sou contra festas de casamento, claro que não, adoro festas de casamento pois elas me fazem pensar no real sentido do amor, algo que vai além do glamour, da comida e da decoração. O problema não é a festa, é o que acontece depois da festa, quando os convidados vão embora e os noivos vão para seu palácio real, é aí que surge o perigo de o príncipe virar um sapo e a princesa virar uma bruxa reclamona.


A mulher acaba achando que seu sonho de princesa não acabou e que seu homem perfeito deve trata-la com todas as honrarias devidas. E quando falo de honrarias me refiro a ter todos os caprichos atendidos.

Quem foi à menina que nunca sonhou em casar-se com um príncipe encantado, o homem de seus sonhos, perfeito cavalheiro disposto a vencer batalhas para conquistar seu coração? Talvez algumas levantem a mão e digam: Eu nunca sonhei tão alto!!! Mas até as moças mais realistas sonham em ter relacionamentos com uma pitada de comédia romântica, típica dos filmes de sessão da tarde.

Inclusive, por falar em filmes, foi comprovado por pesquisadores austríacos através de entrevistas realizadas com casais que os romances adocicados do cinema afetam nossos relacionamentos reais, uma vez que esperamos de nossos namorados a mesma atitude do galã do cinema. Acho que estamos pegando os parâmetros errados. Não é esse tipo de amor que devíamos buscar.

O problema é que na vida real as coisas são diferentes dos filmes, e o mais trágico é que parece que os filmes são pensados especialmente para nos deixar deprimidos. Quantas vezes não acabei de assistir um de meus romances preferidos e me vi lamentando por não viver um amor dessa forma, com saudades de algo que nunca vivi e me perguntando: Puxa! Porque será que não tenho tanta sorte como a linda moça da história? Porque não posso ser tão cortejada e conquistada dessa forma? E o melhor, porque não tenho três galãs diferentes brigando por meu amor? Segundos depois de minhas lamentações e desenganos eu lembro que é apenas ficção, mas por algum motivo estranho continuo com um sentimento deprimente de insatisfação pessoal e pior, decepcionada com quem está ao meu lado por não ser tão perfeito o quanto eu gostaria.

Somos acostumados, ou melhor, somos programados a acreditar no amor como um sentimento que nos faz delirar, sonhar acordados, cantarolar músicas românticas e outras coisas mais. O amor é visto como algo que faz você se sentir sempre muito animado, com uma dose extra de oxitocina percorrendo pela corrente sanguínea.  Mas se é assim, o que afinal o que o apóstolo Paulo estava pensando quando ele diz que o amor é sofredor? E minha sensação de bem estar constante onde fica? Não seria porque o amor é algo que procura a felicidade do outro ao invés de nossa própria? Não seria o amor um sentimento altruísta capaz de sofrer ao abrir mão de sua vontade pelo bem de outrem? Está me parecendo um pouco diferente de meus filmes prediletos, onde o “felizes para sempre” é o significado de amor.

O amor é muito mais que esse sentimento colorido. O amor é ação, é atitude, é decisão diária, é negação diária, é choro as vezes, é brigas outras vezes, é conta atrasada, é perda de emprego, é a perda da paixão arrebatadora e a reconquista dessa mesma paixão quantas vezes forem necessárias. Amor é repartir o que tem, e as vezes até o que não tem. É sentir a dor nos olhos do outro e se doer com isso também.

Nossas expectativas as vezes são tão altas que não nos permitem perceber a pessoa que temos ao nosso lado e preferimos sonhar com o que não existe, fantasiar com o que só existe nos filmes e em nossas mentes criativas. A verdade é que tamanho da nossa decepção é proporcional ao tamanho da nossa expectativa depositada no outro ou em nós mesmos. Somos seres imperfeitos se relacionando com outros seres imperfeitos e essa é a magia da coisa.

Precisamos entender que ser sapo também é legal, quero dizer, ser real também é legal, assumir que não é perfeito(a) e parar de cobrar perfeição do outro é libertador. O amor é querer o bem do outro, ainda que nós mulheres pareça que tenhamos sido injustiçadas por nosso amado não reparar em nosso corte novo, mesmo que tenhamos apenas aparado só as pontas; é sermos paciente em esperar as mudanças que talvez nunca cheguem; é substituir o sentimento de posse pelo sentimento de companheirismo; é sofrer a dor do outro e sofrer nossa própria dor quando temos que abrir mão de nossa razão em prol de manter a paz. O amor é aquilo que resta quando tudo mais acaba: dinheiro, beleza, juventude e sexo.  Amar apesar dos defeitos, fazer o outro feliz ao invés de buscar sua felicidade, porque é na felicidade do outro que você encontra sua própria felicidade. Mas isso está me parecendo até mais bonito e emocionante que uma comédia romântica na sessão da tarde.

É mais bonito sim, mas também é muito mais difícil, isso é também 1 Coríntios 13. A verdadeira face do amor.

Retirado de MinhaVidaCristã

 Por Queila da Rosa

VERBO SER
Carlos Drummond de Andrade

Que vai ser quando crescer?
Vivem perguntando em redor. Que é ser?
É ter um corpo, um jeito, um nome?
Tenho os três. E sou?
Tenho de mudar quando crescer? Usar outro nome, corpo e jeito?
Ou a gente só principia a ser quando cresce?
É terrível, ser? Dói? É bom? É triste?
Ser; pronunciado tão depressa, e cabe tantas coisas?
Repito: Ser, Ser, Ser. Er. R. Que vou ser quando crescer?
Sou obrigado a? Posso escolher?
Não dá para entender. Não vou ser.
Vou crescer assim mesmo.
Sem ser Esquecer. 

Não existe uma criança no mundo inteiro que não deseje crescer. “Quando eu crescer vou ser...” é a frase mais mencionada na fase infantil. Um menino olha para seu pai e deseja dirigir o carro; vê o irmão mais velho e sonha com a mesma manobra no skate; recebe a mesada e quer fazer suas próprias escolhas financeiras. As meninas sonham com o salto alto (e depois de um tempo, trocam por sapatilhas e rasteirinhas!); sonham o casamento ideal; enrolam as bonecas almejando embalar um dia seu bebê. O desejo de crescer é natural, orgânico e acompanha as transformações que não limitamos. O menino engrossa a voz, a menina ganha curvas, e crescemos – uns mais, outros menos.

Eu cresci menos – 1,57m de altura denunciam isso. Mas a altura do corpo pouco importa, quando a alma pode se tornar uma gigante.

Cresci?

Quando ficamos adultos, não crescemos mais. Isso acontece por volta dos 20 anos de idade. Porém, não crescer por fora não significa imaturidade por dentro. Enquanto as transformações do corpo começam a retroceder – envelhecemos a vida toda! – nosso interior pode ficar cada dia mais jovem e preparado. Como em 2 Coríntios 4.16, “por isso não desanimamos. Embora exteriormente estejamos a desgastar-nos, interiormente estamos sendo renovados dia após dia”.

Nosso padrão de crescimento interior – o espiritual – é tão alto que nenhuma ginástica ou alongamento nos ajudariam a chegar lá, exceto o poder do Espírito Santo. Conheci uma mãezinha muito nova. Ela era pequena, com um corpo pouco desenvolvido e parecia frágil, mas quando deu à luz ao seu bebê, tornou-se uma mãe dedicada, guerreira e decidida. O tamanho pouco importa, desde que você esteja a fim de crescer. Maturidade espiritual não tem a ver com sua idade, tamanho ou posição – tem a ver com sua decisão.

A decisão diária de crescer não se assemelha a uma trena – muito a um espelho. Não diz respeito a enxergar por cima, mas da capacidade de olhar para dentro. É avaliar o coração e buscar nas disciplinas espirituais eliminar o espírito interior pigmeu.

Todos os dias, estabelecemos o quanto vamos caminhar em direção ao padrão proposto. “Até que todos alcancemos a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, e cheguemos à maturidade, atingindo a medida da plenitude de Cristo.” (Efésios 4.13). Parece um bom tamanho, não? E é. A perfeita estatura é adquirida na longa caminhada – e lá no final, quando O encontrarmos, estaremos ombro a ombro com Jesus. Parece demorado? Lembre-se do provérbio chinês: “Não tenha medo de crescer lentamente. Tenha medo apenas de ficar parado.”

Retirado de Eleve

 Por Murillo Leal

~ Temos vivido tempo difíceis para o verdadeiro Evangelho
Pois muitos andam entre nós, dos quais, repetidas vezes, eu vos dizia e, agora, vos digo, até chorando, que são inimigos da cruz de Cristo. O destino deles é a perdição, o deus deles é o ventre, e a glória deles está na sua infâmia, visto que só se preocupam com as coisas terrenas.” Filipenses  3.18-19
A religião vai bem, nossos templos, de modo geral, seguem cheios de pessoas e cada vez crescem mais o numero de religioso cristãos. Hoje, existe todo tipo de igreja: das pentecostais até as ortodoxas, das igrejas de homossexuais até as de surfistas. É cada vez mais comum alguém se classificar de cristão, gente famosa e comum, gente simples e abastada. Tem igreja para todos e publico para tudo. Creio que boa parte da população se considera cristã, ainda que não pise em uma igreja. É por isso que o mercado da fé no Brasil é cada vez mais “promissor”, no entanto, quero alertar que é exatamente aí que podem morar o que Paulo considerou os inimigos da cruz.

Enquanto a religião e seus produtos e artigos de fé vão bem, temos vivido tempo difíceis para o verdadeiro Evangelho. Se fizermos uma pesquisa rápida com algumas pessoas e perguntássemos se elas acreditam em Deus, a maioria vai dizer que sim. Se, realizar uma segunda pergunta questionando qual é o Deus que elas acreditam a maioria vai responder que é o Cristão. Nesse contexto, gostaria de investigar qual é a motivação para ser cristão?

Os inimigos da cruz são todas essas pessoas que fazem de si seus próprios deuses e Deus é um meio de poder para chegar a suas vontades. Invocam Deus apenas para que possam ter os seus desejos feitos. É como se Deus fosse apenas um meio para conseguir realizar as nossas vontades, e o relacionamento com Ele, só serve para conquistar o que quer. É desse modo que o mercado da fé funciona.

Se então, eu quero casar, eu vou numa igreja que me prometa um marido/esposa. Se meu sonho é ter dinheiro, eu vou numa igreja que me promete prosperidade material. Se eu tenho uma doença grave, freqüento um lugar que me prometa um milagre de cura. Se para mim o mais importante é apenas não ir para o inferno, eu pago todo o preço necessário para “comprar” uma vaga no céu. O mercado da fé é cheio de prateleiras e a clientela não falta.

A maioria de nós sabe toda a cultura cristã. De tradição, alguns fazem escola bíblica ou catequese, se batizam ou eu fazem crismas, sabem o momento de ajoelhar, de rezar, de levantar a voz, de ficar quieto, e assim vamos aprendendo a se comportar no ambiente religioso. A coreografia da religião é fácil de ser aprendida, só basta um pouco de ensaio. O sotaque religioso se pega com a maior naturalidade, é só andar um período com crentes. Com isso, corremos o risco de nos tornar apenas um cristão nominal.

Os profetas do mercado da fé, muitas vezes, não são os caras de pau conhecidos que escancaram suas intenções mercadológicas, mas pode ser alguém que admiramos e seguimos. Muitos deles, aparentam ser bons pastores, bons pais, bons amigos, mas no fundo são apenas aproveitadores da fé alheia. Usam a fé das ovelhas para gerenciar sua igrejas, para levantar recursos, para criar uma fidelidade na serventia.
Paulo aponta para isso denunciando: “Porque esses tais não servem a Cristo, nosso Senhor, e sim a seu próprio ventre; e, com suaves palavras e lisonjas, enganam o coração de pessoas simples.” Romanos 16.18
O principal a saber para não ser enganado é investigar sua própria intenção e sondar o seu próprio coração. Porque ainda vamos a igreja? Será que queremos apenas que nosso sonhos sejam realizados? Porque continuamos seguindo a Cristo, mas o negando na dificuldade? O que nos leva a Ele? Porque cremos que nossos esforços levam até ele se ele já mora em nós? O que Deus representa para você?

Que o Espírito Santo ministre em cada um a resposta durante esses dias e que possamos aprender que a fé cristã não é apenas uma filosofia de vida, nem um meio de estar satisfeito, mas que seja a nossa resposta para os momentos difíceis e conturbados, bem como os momentos felizes e de alegria plena. Que aprendamos a nos relacionar com ele pelo que ele é e não pelo que ele faz. Amém.

Retirado de MinhaVidaCristã


Como posso aprofundar meu desejo por Deus e esquecer-me das coisas que me fazem pecar?

Alguém me disse, certa vez, que há dois cachorros no quintal do meu coração. Um cachorro cava egoísmo, pecado e prazer. O outro cachorro cava justiça, misericórdia, paz e obediência a Deus. Quando acordo todas as manhãs, escolho qual cachorro pretendo alimentar. O que eu alimento cresce até o outro não poder mais ser visto.

Preciso alimentar o cachorro correto.

Precisamos buscar formas de evitar o pecado: orar, chorar, se entregar a Deus.

Eu também alimento o cachorro correto ao estudar a Bíblia em grupo. Não apenas a leio. Escrevo o que aprendi e o que desejo fazer com aquilo. Passo um tempo em silêncio, esperando para ver o que Deus falará comigo. Eu oro, adoro, sirvo outras pessoas.

Na maior parte das vezes, o cachorro bom prevalece. Aquele terrível monstro está tão sufocado agora que nem o vejo com tanta frequência. Contudo, de vez em quando ele aparece. Começa a latir e logo me vejo na direção errada. Ele late muito alto, quando não tomo cuidado em resistir às tentações. Então eu fujo. O deixo esquecido, ignorado.

Além disso, eu oro: “Deus, me ajude a fazer hoje o que é certo. Livra-nos do pecado e leve-nos próximos da perfeição. Faça-nos amar mais ao Senhor do que a nós mesmos e nos cerque com pessoas que nos façam lembrar que tu nos amas mesmo quando erramos. Cerque-nos com amigos e que a nossa igreja nos ajude a viver em santidade. Mate o cão mau e alimente o bom. Amém!”

Retirado de Christianity Today International 
(Traduzido por Daniel Leite Guanaes)

 Por Camila Zaponi
  
Talvez a coisa mais difícil para você aceitar neste momento seja o fracasso em fazer de sua vida o que deseja. Esta é a cruz que você menos quis, a cruz que nunca esperou, a cruz que acha mais difícil de carregar. De algum lugar você tirou a idéia de que Deus esperava que sua vida fosse uma história imaculada de sucesso, uma espiral ascendente indestrutível para a santidade. Não percebe que Ele é realista demais para isso?

Testemunhou um Pedro afirmando três vezes não o conhecer, um Tiago que quis poder em troca do serviço ao reino, um Filipe que, depois de três anos com Jesus, não sabia que devia ver o Pai nEle e um grupo de discípulos que estavam certos do seu fim no Calvário. O Novo Testamento está repleto de homens que começaram bem e vacilaram. Entretanto, Ele apareceu a Pedro. Tiago não é lembrado por sua ambição, mas pelo auto-sacríficio ao reino. Filipe viu o Pai em Cristo quando lhe foi mostrado o caminho. E os discípulos, antes desesperados, tiveram coragem suficiente para reconhecê-lo no estranho que repartia com eles o pão na escuridão da estrada para Emaús. A questão é esta: Ele espera mais fracassos seus do que você espera de si mesmo.

O mais urgente agora, é desejar o Espírito Santo. Clame, deseje fervorosamente e ore pelo Espírito noite e dia em incansável intercessão. Somente o Espírito pode levá-lo adiante e para cima. Somente o Espírito pode torná-lo bom e manter seus olhos fixos nEle.

Retirado de CamilaZaponi

Por Alan César Corrêa

Hoje muitas pessoas querem Jesus mas não querem a Igreja. A igreja institucional passou a ser alvo de gente que não acredita mais na sua importância e muito menos que ela seja um plano Divino para o homem. Ainda existe o outro lado, pessoas que querem a igreja mais do que tudo.
 
É bem verdade que o exclusivismo de algumas denominações fizeram com que os seus membros hasteassem mais a bandeira da denominação do que a de Cristo. Hoje é fácil encontrar pessoas que são mais batista que cristão, mais presbiteriano que cristão, mais assembleiano que cristão e assim por diante.

Tem gente que morre pela a igreja institucional mas não morre por Jesus. E muitos não querendo fazer parte desse grupo ativista deixaram de congregar na igreja institucional. Mas esse não é o principal motivo que fazem com que as pessoas deixem a igreja, existem outros.
 
Tem aqueles que esqueceram que devemos “suportar (anéxomai) uns aos outros” (Efésios 4:2), o sentido de suportar no grego usado por Paulo aqui é ajudar a completar um processo um percusso.
 
A igreja é um conjunto de pessoas em obras (Filipenses 1:6), constituída por membros que ainda estão sendo moldados por Deus, não podemos cobrar perfeição de ninguém.
“Ela é imperfeita e continuará assim enquanto eu for membro dela”.
~ Dr. Augustos Nicodemus [1] 
Temos que ajudar aqueles que se parecem menos com Jesus a completarem o processo de santificação (suporta-los).
“A igreja é uma comunidade comprometida com a obra de Deus na vida daqueles que a ela se achega.”
~ Ricardo Agreste [2]
Essas pessoas que julgamos hipócritas na verdade são vasos que estão na mão do Oleiro, Deus tem conhecimento delas. Muitos saíram da igreja por não suportarem a hipocrisia de alguns, esses são aqueles que se tornaram juiz quando deveriam ter se mantido adorador e testemunha de Jesus, esqueceram que 
“Deus é o juiz da hipocrisia dentro da igreja.”
~ Philip Yancey [3]
Já parou pra pensar sobre qual a diferença de você para aquela pessoa que você descobriu que tem um pecado? A diferença é que seu pecado continua escondido diferente do dela, talvez isso aconteça até por que você sabe pecar melhor que ela!

Quero terminar citando outra frase de Philip Yancey em sua obra "Maravilhosa Graça":
“Abandonei a igreja durante algum tempo porque encontrei bem pouca graça ali. Voltei porque não descobri graça em nenhum outro lugar.”


[1] Citação retirada da obra "O ateísmo cristão e outras ameaças à Igreja";
[2] da obra "Igreja Tô fora";
[3] e da obra "Igreja por que me importa?".

Retirado de GospelPrime


Em uma das chamada Lições de Guardanapo - série de rápidas lições bíblicas com desenhos e ilustrações, Ebenézer responde à pergunta: "Você é um cara tão inteligente, por que você é pastor?" de uma forma totalmente inusitada contrastando Pecados e Boas Obras.




Ebenézer Bittencourt é diretor executivo do Haggai Brasil - organização cristã dedicada ao desenvolvimento de líderes, com o objetivo de aprimorar as qualidades de líderes cristãos para que eles evangelizem o seu próprio povo e treinem outros para fazer o mesmo.

Será que tal coisa existe? Você já pensou sobre esse assunto? 

Neste trecho retirado do livro "Emoções, Pode-se confiar nelas?" do autor cristão James Dobson podemos entender um pouco sobre a diferença entre o amor, a paixão, a atração e outros sentimentos que permeiam os nossos corações. 


“Apesar de algumas pessoas discordarem de mim, o amor à primeira vista é uma impossibilidade física e emocional. Por quê? Porque o amor não é simplesmente um sentimento de excitação romântica; vai além de intensa atração sexual. Ele excede a alegria de se ter “capturado” um prêmio social altamente cobiçado.

Essas são emoções que são desencadeadas à primeira vista, mas elas não constituem o amor. Eu desejaria que o mundo inteiro soubesse disso. Esses sentimentos temporários diferem do amor pelo fato de estarem centrados naquele que os experimenta ou sente. O que é que está acontecendo comigo? Esta é a coisa mais fantástica que jamais experimentei! Acho que estou amando!


Como se vê, estas emoções são egoístas, no sentido de que são motivadas pela nossa própria gratificação. Elas têm pouco a ver com o novo ser amado. Tal pessoa não caiu de amores por uma outra pessoa; ela caiu de amores pelo amor! E há uma enorme diferença entre as duas coisas.


As canções populares no mundo da música jovem revelam ignorância sobre o significado do amor. Um sucesso inesquecível assegura: “Antes que a dança terminasse, eu sabia que estava te amando.” Fico pensando se o cantor estará tão confiante amanhã de manhã. Um outro confessa: “Não sabia exatamente o que fazer, assim eu sussurrei ‘Eu te amo!”” Esta realmente é demais. A ideia de basear um compromisso por toda uma vida numa simples confusão de sentimentos parece um tanto frágil, no mínimo.


O conjunto The Partrigde Family (Família Dó-Ré-Mi) gravou uma canção que também revela uma falta de entendimento do amor real. Ela diz: “Acordei hoje amando, porque fui dormir com você em minha mente.” Como se vê, amor neste caso não é mais do que um estado da mente – e é tão durável quanto isso. Por fim, o grupo de rock The Doors, da década de 60, talvez merecesse o prêmio de título e letra de música mais bobos que se conhece: “Alô, eu amo você, não quer me dizer o seu nome?”

Sabia que a ideia de casamento baseado no afeto romântico é um desenvolvimento muito recente nas relações humanas? Antes do ano 1200, os casamentos eram acertados pelas famílias do noivo e da noiva, e nunca ocorreu a alguém que eles deveriam “cair de amor”. Na realidade, o conceito de amor romântico foi popularizado por William Shakespeare. Há momentos em que gostaria que o velho poeta estivesse aqui para nos ajudar a desfazer toda essa confusão que ele mesmo começou.


Amor verdadeiro, em contraste com as noções populares, é uma extensão da mais profunda apreciação por um outro ser humano; é uma intensa consciência das necessidades e desejos dele ou dela no passado, presente e futuro. É desprendido, generoso e cuidadoso. E creiam-me que estas não são atitudes em que alguém venha a “cair” à primeira vista, como se estivesse escorregando dentro de uma vala.


Desenvolvi um amor de vida inteira pela minha esposa, mas não foi algo em que eu tivesse “caído”. Esse amor amadureceu em mim – e o processo levou tempo. Eu tinha que conhecer minha esposa antes que pudesse apreciar a profundidade e estabilidade de seu caráter e de me tornar familiarizado com as nuances de sua personalidade que agora admiro. A familiaridade da qual floresceu o amor não poderia ser gerada simplesmente “num crepúsculo encantado... em meio as um salão superlotado”, como diria qualquer canção. Não se pode amar um objeto desconhecido, por mais que seja atraente, sexy ou nobre!”

Retirado de OJovemCristão

 Por Douglas Gonçalves

Era um domingo e eu estava em casa com a minha família. Já havíamos almoçado, comido sobremesa e minha esposa havia se deitado com a minha filha para tirar uma soneca. Pensei em descansar também, porém não podia perder aqueles momentos de silêncio na casa. Peguei a minha Bíblia e fui para a sala. Comecei a orar, me concentrar na presença do Todo-Poderoso naquele ambiente. Foi quando aconteceu, Deus falou comigo. Era uma voz dentro da minha mente, parecido com pensamentos, mas que definitivamente não vinham de mim.

Você consegue imaginar isso, Deus, o criador do universo, aquele que está assentado em uma alto e sublime trono falando pessoalmente com um ser minúsculo como eu? Mas foi o que aconteceu, ele estava falando pessoalmente comigo. E ele disse:

“Você precisa conhecer melhor o Deus do seu pai”.

Eu me tremia todo por dentro. A impressão que eu tinha é que a sala estava gelada, apesar de estarmos no verão, parecia que eu não estava em minha casa, era como se eu estivesse em uma reunião particular com Ele. O que ele queria dizer com aquela frase? Mesmo sem entender exatamente, ele continuou a falar:

“Eu quero que você me sirva de coração integro e de forma voluntária”.

Aquela voz me envolvia. Minha mente começou a fazer uma viagem no tempo, me lembrando da forma que eu vinha servindo ao Senhor. “Será que não estou fazendo por obrigação, ou por religiosidade?” Me perguntava. “Tudo que eu faço para Deus é de forma voluntária?” Mas enquanto me auto-analisava Ele continuou a falar:

“Eu sondo o teu coração e conheço a motivação dos seus pensamentos”.

A voz dele era clara, Deus ainda fala nos dias de hoje. Eu me senti totalmente rendido, não havia como fugir deste Ser tão imenso. Comecei a pensar em todas as vezes que querendo falar algo, não falei, mas pensei. Lembrei-me de todos os momentos que não agredi aquela pessoa, porém em meus pensamentos fui grosso e mal educado. Como fugir deste Deus que tem ouvidos capazes de captar o som do seus silenciosos pensamentos? Ainda perplexo, Deus continuou a falar:

“Se você me buscar, eu vou me deixar achar por você.”

Mesmo sentado no sofá da minha casa, minha alma estava saltando de alegria. Mesmo em silêncio, para não acordar minhas garotas, meu espírito estava gritando a plenos pulmões: “Louvado seja o nome do Senhor”. O Deus do universo está falando comigo. O dono de tudo e de todos, que tem o céu como seu trono, decidiu parar em uma tarde de domingo e falar com um pobre pecador no interior de São Paulo. Que Deus é este?

Esta experiência me marcou profundamente, eu fiquei refletindo nas palavras que Deus havia falado para mim durante vários dias.

Mas quero te confessar algo, eu tenho experiências como essa várias vezes por semana. Todas as vezes que sento em um canto silencioso com a minha Bíblia, sussurro esta oração: “Espírito Santo, fale comigo”. E abro as Sagradas Escrituras, Deus me transporta para uma sala de reunião e começa falar comigo. Se você quiser ouvir exatamente as mesmas palavras que Deus falou comigo naquela tarde de domingo, leia 1 Crônicas 28:9.

Deus, raramente, usa sonhos para falar conosco, as vezes usa pessoas, mas SEMPRE usa a Palavra dEle. Abra sua Bíblia agora mesmo e ouça a doce voz de Deus falando aos seus ouvidos espirituais.

Retirado de JesusCopy

Por Luciano Bruno
“Vem pra Jesus, você que anda de transporte coletivo e Ele vai te dar um carro”.
“Vem pra Jesus você que paga aluguel e ele vai te dar uma casa própria.”
“Vem pra Jesus você que tem muitas dívidas e Ele vai pagar todas as suas contas” 
O discurso é conhecido. Algumas vezes acontece de modo mais descarado, outras de maneira  mais mansa, mas o fato é que líderes evangélicos (principalmente os tele evangelistas) gostam de associar a obra de Jesus com dinheiro. A massivamente difundida teologia da prosperidade prega um capitalismo porco, que gera uma meritocracia barata onde quanto mais você semeia [investe], mais bênçãos você alcançará [lucro]. Esquecem-se de que o evangelho nunca foi e jamais será o poder de Deus para favorecer o homem e sim para transformar o homem.

Se olharmos atentamente para o exemplo de Zaqueu, aprendemos algo que os pregadores da atualidade teriam asco de dizer: quando vamos para Jesus, a tendência é ficarmos pobres e não ricos! Durante o jantar em sua casa o publicano bate na taça, pede a palavra e declara: “Olha Senhor, estou dando metade dos meus bens aos pobres, e se de alguém extorqui alguma coisa, devolverei quatro vezes mais”. A Bíblia diz que Zaqueu era o maioral dos publicanos e, sendo assim, provavelmente deveria ter extorquido muita gente e perderia muito dinheiro em restituí-las em 4 vezes mais. Zaqueu ficaria pobre após essa ação! Mas é só depois dessa declaração que Jesus diz: “Hoje houve salvação nesta casa!”.

Não se trata de uma “ricofobia”. Mas há algo errado em pregações que dizem que Jesus está interessado em dar dinheiro ao homem. O dinheiro deve servir ao homem tão somente para praticar a justiça: dar a Deus o que é de Deus, dar a César o que é de César e por fim, não deixar que nenhum ser humano passe dificuldade, pois somos todos iguais perante  Deus. Francis Bacon disse que o dinheiro é como o esterco, só é bom se for espalhado.

Nossos seminários de finanças são patéticos. Ensinam dicas de como acumular para ter uma vida confortável, isso, é claro, depois de dar o dízimo e pagar os impostos. Nossos encontros são desprezíveis. Damos valor àqueles que chegam de carro importado ou com roupa cara. E desse modo somos levados a acreditar que quanto mais acumularmos, mais aceitação teremos. No livro “Por que tarda o pleno avivamento?”,  Leonard Ravenhill responde sucintamente a sua dúvida inicial: 
“Por que tarda o avivamento? A resposta é muito simples. Tarda porque muitos pregadores e evangelistas estão mais preocupados com dinheiro, fama e aceitação pessoal do que em levar os perdidos ao arrependimento”. 
Evangelho é Deus vindo em busca do homem através de Jesus. E esta busca de Deus é para nos salvar e nos ensinar a viver na prática do amor fraternal e da justiça. Não é para nos dar mais dinheiro para termos mais o que ostentar. No Reino de Deus não existe acúmulo, existe partilha. Não somos chamados a guardar o tesouro, mas a compartilha-lo. Para bem da verdade, no Reino de Deus não existe “meu”, é tudo “nosso”: “pai nosso”, “venha a nós”, “pão nosso”, “perdoa-nos” e assim por diante. Zaqueu ficou rico de verdade após dar todo o seu dinheiro. O seu valor não estava mais no dinheiro que acumulava, mas em Jesus Cristo, que o ensinava a prática da justiça e do amor fraternal.

Encerro com uma frase que nos leva a refletir. John Henry Jowett, pastor inglês que viveu no século XIX disse que 
“a verdadeira medida de nossa riqueza está em quanto valeríamos se perdêssemos todo nosso dinheiro”.
Que nosso valor não esteja em números em uma conta bancária, mas em frutos no nosso coração.

Retirado de MinhaVidaCristã